A campanha atual pela Cemig Saúde mobiliza eletricitários aposentados e ativos na luta mais importante da história recente. A conquista do ProSaúde Integrado, há mais de 30 anos, foi fruto de intensa participação dos trabalhadores. A Cemig Saúde é um plano de autogestão com caráter solidário e mutualista. Logo, as decisões arbitrárias e manobras irregulares da Cemig ferem o princípio básico da operadora.
A estratégia da gestão de Romeu Zema é segregar os beneficiários e vender a ideia de privilégios da categoria. No entanto, os benefícios da Cemig Saúde são uma conquista da categoria que deveriam ser estendidos a toda a população. É o justo e o mínimo necessário para uma vida digna.
A gestão Zema intensifica sua ofensiva contra os eletricitários: mudanças estatutárias, coação e perseguição jurídica revelam um projeto claro de retirada de direitos rumo à privatização da Cemig.
Como parte dessa estratégia, a Cemig Saúde moveu ação judicial contra o sindicato e representantes eleitos, alegando danos morais por críticas às mudanças no plano. Trata-se de lawfare; o uso da Justiça para silenciar quem defende os trabalhadores.
O Sindieletro, cumprindo sua missão de representação da categoria e defesa das empresas públicas, trabalha incansavelmente para garantir o acesso à saúde de boa qualidade para todos e todas. Aqui, você se municia para lutar nessa grande batalha conosco. Divulgue esta campanha!
É solidário, não individualista.
É coletivo, não mercantil.
Tem abrangência nacional e cobertura ampliada.
Possui coparticipação limitada e reembolso de medicamentos.
Oferece apoio financeiro (FCAS) para quem tem menor renda.
E, acima de tudo, é gerido com participação dos trabalhadores; um plano feito por e para quem faz a Cemig.
Renovar o Acordo Coletivo Específico da Cemig Saúde, garantindo a manutenção dos direitos adquiridos pelos beneficiários e beneficiárias.
Defender o PSI para ativos e aposentados, sem exceção!
Lutar pela sustentabilidade do plano e da capacidade de contribuição dos beneficiários.
Exigir transparência na gestão da Cemig Saúde, com prestação de contas sobre a administração dos recursos do plano.
Garantir a participação dos beneficiários através de seus representantes eleitos.
Exigir que a Cemig cumpra os contratos irretratáveis e irrevogáveis, decisões judiciais e acordos coletivos.
Criação dos primeiros benefícios de assistência à saúde para os trabalhadores da Cemig. Em 1974, a Forluz assume a administração do plano de saúde.
Criação do Prosaúde, plano de saúde gerido inicialmente pela Forluz, garantindo assistência médica aos trabalhadores.
Transição do Prosaúde para a Cemig Saúde, estabelecendo uma autogestão para o plano de saúde.
Assinatura de novo acordo que reafirma as premissas do plano de saúde, mantendo os direitos do acordo anterior.
Início de uma agenda de privatizações e cortes. A Cemig passa a adotar uma política de desmonte dos direitos dos trabalhadores, incluindo mudanças na estrutura da Cemig Saúde.
Cemig propõe alterações no modelo de gestão via Conselho Deliberativo, contrariando o Acordo Coletivo Específico.
Cemig vai à Justiça para excluir a cláusula 17º, que versa sobre a renovação automática do acordo, visando o desmonte do ACE.
As patrocinadoras tentam concentrar poder em suas mãos ao esvaziar a representação paritária dos trabalhadores: o presidente indicado pelas patrocinadoras ganhou voto de Minerva, o Conselho Fiscal perdeu o voto de qualidade de seu presidente eleito pelos beneficiários e a Comissão de Ética passou a ser dominada pelas patrocinadoras. Beneficiários se revoltam e promovem mobilizações em defesa da Cemig Saúde.
A Cemig Saúde passa a oferecer planos com cobertura inferior, com limitação da abrangência e na modalidade enfermaria. Propõe, também, a transferência da obrigação do pós-emprego aos beneficiários.
Após tentativas frustradas de composição via TRT na busca de uma negociação justa, em 19 de dezembro, a Cemig consegue a exclusão da cláusula 17ª pelo TST. No entanto, a decisão não invalida o nosso Acordo Coletivo Específico, apenas induz à necessidade de nova composição.
Em 25 de fevereiro, a assembleia das patrocinadoras altera unilateralmente o regulamento do plano, definindo o reajuste abusivo de 60,5% nas mensalidades e transferindo a cota patronal para os beneficiários, ameaçando a permanência de cerca de 45 mil beneficiários no plano. A categoria reage com manifestações, audiências na ALMG e greve. Sindieletro trabalha por ações judiciais, interlocução na ALMG e negociação com a empresa.
Após greve, audiências no TRT e intensas negociações, a categoria aprovou em assembleias o acordo para a criação dos novos planos da Cemig Saúde. O TRT homologou o entendimento, garantiu que ninguém será excluído do plano, assegurou a devolução dos dias de greve e consolidou a unificação dos acordos, com aporte adicional de R$ 30 milhões. Essa conquista é resultado da mobilização e da luta coletiva!
As camisas da nossa campanha pela Cemig Saúde em 2025 já estão disponíveis para você. Ligue para a sua regional e reserve a sua! A camisa de manga curta é R$25 e a de manga longa é R$30.
Versões preta, vermelha e branca. Tamanhos disponíveis do P ao XG.
Fale com sua regional:
Metropolitana — (31) 3238 5000
Triângulo — (34) 3212 5001
Norte — (38) 3222 3600
Leste — (33) 3271 1200
Vale do Aço — (31) 3822 3003
Oeste — (37) 3222 7611
Mantiqueira — (32) 3333 7063
Você se mantém mobilizado ao participar de uma rede onde energiza o próximo enquanto recebe o apoio de quem veio antes. Saber não é o bastante. Se informar não é o bastante. É preciso fazer parte desta rede de luta.